quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

E o doutor partir para sempre. By Sérgio Nativo


 

Como toda figura polêmica, Delfim foi amado e odiado. Mas em três décadas no poder e acompanhando os clubes, especialmente nas decisões, não da para dizer que ele passou despercebido.


Não há como negar que, desde que o “da barba” ou o “homem do charuto”  assumiu a Federação Catarinense de Futebol nossos clubes ganharam maior projeção.

Discordei de muitas de suas decisões, concordei com outras, mas marcou historia no futebol Catarinense e Brasileiro. Uma das vitimas da tragédia com o avião que transportava a Chapecoense na Colômbia, talvez por estar em litígio como os manda-chuvas da CBF como Marco Polo Del Nero seu falecimento foi ignorado.

Essa voz ferrenha contra Marco Polo Del Nero foi calada, mas triste mesmo foi ver o silencio da mídia esportiva de Santa Catarina que se limitou a seguir a mídia nacional e também o ignorou.

Ontem, 3ª feira (06), foi sua missa de sétimo dia, pouco ou nada se voltou a falar dele, especialmente nas redes de teves locais. Todos noticiário estão voltados para os integrantes do clube Chapecoense. Tudo como manda o eixo Rio-São Paulo que tantos da mídia esportiva criticam, mas fazem igual.

Descanse em paz Delfim de Pádua Peixoto Filho (Itajaí, 3 de janeiro de 1941 – La Unión, 29 de novembro de 2016)!

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